07/05/16

Casa de Luxo em Gaia


O  que será o luxo na Habitação
O tema da máxima qualidade é sempre algo que nos fascina. O debate sobre o luxo é paralelamente algo sobre o qual nos interrogamos permanentemente. Projectar uma casa tem inexoravelmente o objectivo de máxima qualidade e nesse sentido o luxo virá sempre à baila enquanto tema de debate.

Uma casa moderna e contemporânea
Recentemente, recebemos uma encomenda para projectar uma habitação na freguesia da Madalena, Vila Nova de Gaia. E é a propósito desta edificação que a questão do luxo e da qualidade se põe.
A casa propriamente dita possui uma estratégia de desenho moderno e contemporâneo. Possui um único piso e organiza-se num lote junto à praia com vários pátios dos quais se destaca um maior contendo uma piscina. Três quartos a sala e a piscina têm vistas sobre o mar e a cozinha é um espaço integrado na sala. A casa pode ficar toda encerrada com rolos ou toda aberta para aproveitar as vistas e o sol.

A casa de luxo
É comum associarmos a ideia de casa de luxo à casa de sonho ou à casa ideal. Também é comum ouvirmos que o custo ao metro quadrado é determinante. Consideramos que não. O que é determinante para atingir um patamar de construção elevado é simplesmente a qualidade do projecto de execução, o dialogo com o cliente e o rigor do construtor.
Assim, será para todos evidente que uma habitação de qualidade tem conforto térmico e acústico e absolutamente funcional. Mas urge acrescentar que, se máxima qualidade é desfrutar da paisagem, do cheiro da maresia, da simplicidade de um ambiente depurado, então convenhamos que esta casa é definitivamente um espaço de luxo.


Casa de Luxo em Gaia

Pátio de entrada
Alpendre com a piscina

Interiores luminosos

Cozinha aberta para o "open space" da sala

Relação entre a sala de jantar e a cozinha

Transparencia entre o exteror dos pátios e o interior

A casa e o jardim lateral

A casa a espreitar o mar.


07/02/16

Unidade Industrial

A fábrica como um exercício de rigor

Foi-nos dada oportunidade de reabilitar e ampliar uma fábrica na zona industrial da Maia. Desenhar uma fábrica é um exercício de máximo rigor a todos os níveis: orçamental, funcional e de segurança. A nossa estratégia assentou em tirar partido destes mesmos aspectos e usá-los enquanto expressão da arquitectura dos espaços. A linguagem do edifício é assim a própria expressão do rigor orçamental, da perfeição nos processos produtivos e da segurança como prioridade máxima.

O desafio de produzir em segurança
A estrutura desta unidade industrial, os revestimentos e os pavimentos utilizam coloração que se destaca completamente dos produtos armazenados e da farda dos funcionários aumentando a visibilidade no transporte de material e reduzindo a possibilidade de acidentes de trabalho.
A higiene e limpeza é também uma prioridade dada a produção de produtos farmacêuticos. Apostou-se num piso completamente liso e antiderrapante permitindo uma limpeza excecional.


O respeito pelo ambiente
A sustentabilidade ambiental é um tema que atravessa hoje todas as indústrias. Ao mesmo tempo a procura de soluções de baixo impacto ambiental são também aquelas que a longo prazo menores custos têm. Para além da salvaguarda das áreas exteriores permeáveis, foi fundamental a criação de coberturas preenchidas com iluminação zenital que permitem baixar os gastos de iluminação em 80% e a climatização em 20%. Se incorporarmos o impacto do conforto nos trabalhadores e a redução de acidentes de trabalho estes números seriam ainda mais impressionantes.
Há que salientar que um "layout" bem organizado reduz custos de produção e em paralelo custos ambientais.
O respeito pelo ambiente é hoje uma condição para uma unidade industrial operar e um benefício económico.

O licenciamento Industrial
O processo de licenciamento desta unidade industrial foi executado de acordo com os novos procedimentos para licenciamentos industriais, permitindo tempos de avaliação bastante mais reduzidos.

O impacto do projeto de arquitetura

É certo que os projetos de especialidades condicionam extraordinariamente o projeto de arquitetura desta unidade industrial. Mas esta é precisamente a razão fundamental para reconhecer a importância do arquiteto num contexto desta natureza. Por ser maior a contingência mais importante é que o seu trabalho seja rigoroso. 
Deste modo, a utilização de uma arquitetura de qualidade numa unidade industrial permite valorizar a marca da empresa e os seus produtos perante o público, os colaboradores e os clientes.


Unidade Industrial - Armazenamento

Fábrica de gases medicinais

Fachada da Fábrica de produtos Farmacêuticos


Unidade Industrial



Interior da nave industrial







Interior da Indústria Farmacêutica

31/12/15

Escola no Porto

O projeto de arquitetura
Recentemente tivemos a oportunidade extraordinária de desenhar e licenciar uma escola no Porto. No fundo tratava-se de planear o crescimento de uma creche e infantário e sua ampliação para albergar o 1º ciclo do ensino básico.
Do ponto de vista arquitetónico, trata-se de fundir duas casas unifamiliares e ampliar a construção com um novo corpo. Ou seja, fazer a reabilitação de uma parte das construções e contruir de raiz uma outra parte. Obviamente, era também fundamental dar uma coerência ao conjunto constituído por espaços distintos. Havia assim que redesenhar também o jardim e garantir que este estava presente em todos os espaços da escola. Ao mesmo tempo, havia que ter em conta um rigoroso controlo de custos de modo a garantir a sustentabilidade futura do investimento.


O desafio de desenhar para crianças
Este foi possivelmente um dos maiores desafios que tivemos enquanto arquitetos. Mas o maior desafio não vinha das questões técnicas, arquitetónicas, regulamentares ou económicas. O maior desafio vinha do facto de acharmos que tínhamos a obrigação de desenhar para crianças.
Quem educa ou ensina, quem tem filhos ou quem convive habitualmente com crianças sabe que este tema é fundamental e uma tarefa nunca acabada. Então pusemos a questão: como desenhar para crianças?


Desenhar como quem escreve para crianças
José Saramago a propósito de "A maior flor do mundo" lamentava-se de não conseguir escrever histórias infantis pois "as histórias para crianças devem ser escritas com palavras muito simples, porque as crianças sendo pequenas sabem poucas palavras e não gostam de usá-las complicadas".  Mia Couto a propósito do "Gato e o escuro" diz que não escreve para crianças mas antes "para a criança que há em cada um de nós". Sophia de Mello Breyner Andresen conta a propósito do seu trabalho para crianças que só começou a escrever histórias infantis porque os seus filhos "tiveram sarampo e tinham de estar quietos". E acrescenta que ficava "irritada com as histórias que lia" e passou a criar outras "a partir de factos e lugares" da sua infância. Sinceramente, esta escola acaba por ser desenhada com múltiplas abordagens mas com muitas destas perguntas e respostas na mente.


Uma arquitetura para crianças
Pensamos então nos desenhos das crianças e na simbologia do conceito de escola ou casa que elas partilham connosco sempre. Na realidade, por mais modernidade que surja, as crianças continuam a desenhar telhados e a pintar árvores e flores ao lado.
Era isso! Tínhamos de desenhar casas! Tínhamos de desenhar um bairro inteiro delas se fosse preciso! Além do mais a escola chama-se: Casa do Cuco!


Uma casa para aprender
No fundo a escola é apenas uma casa onde se aprende. Mas havia que desenhar essa casa como as crianças desenham, de modo simples, elegante e com o traço rigoroso e certeiro. Um traço que por vezes contem até algum minimalismo. Sim, era essa a modernidade que queríamos. E o jardim havia que entrar por todas as salas de aula! Que maravilhoso deveria ser poder aprender debaixo de uma sala de aula que nos lembra um desenho com telhado! E as janelas tinham de ter a altura das crianças e não como sempre acontece a altura gigantesca dos adultos! Esta tinha assim de ser a arquitetura das crianças.


O projeto segue o conceito naturalmente
Há momentos em que nós arquitetos percebemos que se o rumo estiver certo o desenho flui naturalmente. E foi isso que aconteceu, solidificado o conceito, a maquete, as plantas, os alçados, os materiais e as cores são apenas o reflexo dessa escola para crianças. No final, a escola surge-nos como se composta por momentos distintos que geram uma coerência de conjunto. No fundo é uma escola feita de modernidade e tradição tal como o paradigma daquilo que para nós deve ser uma escola.

Uma imagem ou mil palavras...
Mas o melhor é ver imagens, pois como escreve Saint-Exupéry no Principezinho: "As pessoas crescida têm sempre necessidade de explicações...Nunca compreendem nada sozinhas e é fatigante para as crianças estarem sempre a dar explicações".






Reabilitação e ampliação de escola no Porto

Arquitetura moderna e tradicional

Arquitetura para crianças

Uma escola como uma casa

Uma escola integrada num jardim

Uma sala de aula com conforto

Aprender junto à natureza

Espaços simples e funcionais

O interior da escola com o conforto de uma casa

Uma sala de aula luminosa


22/09/15

Casa mínima conluída

A actividade avassaladora dos últimos dois anos tem-nos afastado um pouco da publicação de trabalhos. Contudo, julgamos importante inverter o processo e falar um pouco sobre alguns trabalhos que entretanto ficaram concluídos. Nesse particular, assume especial relevo a nossa casa mínima em Valongo.

A Casa Mínima
Por se tratar de uma casa reduzida e por ter umas áreas mínimas ela foi desde sempre extremamente acarinhada por nós. No fundo esta casa minimalista tem tudo o que as outras têm só que foi concebida com a máxima otimização dos espaços.
Os custos de construção reduzidos não foram uma necessidade. Na verdade acabaram por ser uma consequência dessa vontade de reduzir o impacto da construção. Isto porque o projeto é resultado de uma reabilitação de uma construção antiga seguida de uma ampliação. Os dois corpos unem-se por um volume de vidro com uma pala extremamente leve.
Ficam aqui as imagens e espero que tenham gostado dela tanto como nós!

Exterior da Casa Mínimalista de Valongo

















Entrada e ligação entre o antigo e novo

















Sala Interior


Jardim exterior da Casa Mínima




16/09/14

Licenciamento Industrial

LICENCIAMENTO INDUSTRIAL

Efectivamente temos desenvolvido bastantes projetos industriais em que o licenciamento industrial é absolutamente obrigatório.

Nesse sentido vamos apresentar aqui em baixo uma breve descrição do processo que permite esclarecer muitas dúvidas frequentes.

Em geral o processo é longo é hoje bastante mais rápido e expedito devido às novas plataformas que após um período de testes inicial com várias falhas, está hoje na realidade bastante mais robusta.

Pode consultar em detalhe nesta página quem presta o serviço e como fazer um licenciamento industrial.

O Regime de exercício da actividade industrial - REAI - Decreto-lei n.º 209/2008 de 29 de Outubro está em vigor desde 27 de Janeiro de 2009.

Classificação dos estabelecimentos industriais

Primeiro há que efectuar uma classificação dos estabelecimentos industriais. Estes são classificados segundo o seu potencial de risco.


Tipo 1: Basta possuírem umas das seguintes características:


- Avaliação de Impacto Ambiental (DL n.º69/2000, de 03/05)
- Prevenção e Controlo Integrado de Poluição (DL n.º173/2008, de 26/08)
- Prevenção de Acidentes Graves que Envolvam Substâncias Perigosas (DL n.º254/2007, de 12/07)
- Operações de Gestão de Resíduos (DL n.º152/2002, de 23/05; DL n.º3/2004, de 03/01; DL n.º85/2005,
de 28/04; DL n.º 178/2006, de 05/09 e P n.º209/2004, de 03/03)
Tipo 2: Aqui basta também estarem incluídos num ou mais dos seguintes casos


- Potência eléctrica contratada superior a 40 kva
- Potência térmica superior a 8x106 KJ/h
- Número de trabalhadores superior a 15

Tipo 3:  Todos os que não estiverem nos tipos anteriores ou pertencerem a operadores da actividade produtiva local previstos nas secções 2 e 3 do anexo 1 do DL209/2008).


- Número de trabalhadores igual ou inferior a 15 (não se incluem os trabalhadores administrativos ou comerciais);
- Potência eléctrica igual ou inferior a 40 Kva;
- Potência térmica igual ou inferior a 8x106 KJ/h;
- Não necessita dos regimes indicados para os estabelecimentos do tipo 1;
Se existirem actividades de tipo diferente a categoria que temos de adoptar é sempre a mais exigente.


Descrição do procedimento para instalação e exploração


No Tipo 1 há apenas uma Autorização Prévia.


No Tipo 2 é necessário já uma Declaração Prévia.


No Tipo 3 temos mesmo que efectuar um Registo.


A Entidades Coordenadoras é normalmente o Ministério da Economia, mas a situação pode mudar. Há inclusivamente câmaras que coordenam o processo, mas são raros os casos.
Através do ministério da economia e do respectivo portal da empresa é possível:


- Prestar informação e apoio técnico ao industrial; (telefone e email)
- Identificar os condicionamentos legais e regulamentos;(em casos especiais)
- Monitorizar a tramitação dos procedimentos reportar notícias dos mesmos;
- Analisar as solicitações de alterações e elementos adicionais e reformulação de documentos; (tudo pelo portal)
- Reunir com o requerente, responsável técnico do projecto e demais entidades intervenientes (em casos muito particulares)
- Promover e conduzir a realização de vistorias e auditorias; (em casos também específicos e sempre por entidades associadas ao portal)


Aqui podemos submeter a informação e o preenchimento do formulário electrónico e fazer o acompanhamento do processo.


covém referir a necessidade de uma autenticação electrónica qualificada através do cartão do cidadão, cartão da ordem dos advogados ou da ordem dos solicitadores.


Registo Industrial
A actividade industrial incluída no tipo 3 que acima foi descrito só pode ter início após cumprimento pelo respectivo operador ( industrial em questão) da obrigação de registo, feita no portal da empresa através da entrega dos elementos seguintes descritos abaixo. O pedido só é aceite quando bem instruído, isto é, possuindo todos os elementos. Se o pedido não possuir todos estes elementos ou não forem pagas as taxas administrativas subsequentes, o pedido é liminarmente rejeitado.

Elementos a entregar no registo Industrial:


- Formulário do registo e respectivo projecto de instalação industrial
- Identificação do estabelecimento industrial ou indústria fabril, da pessoa singular ou colectiva titular do estabelecimento ( empresa que efectua o pedido);
- Memória descritiva contendo uma descrição clara da actividade industrial efectuada, uma indicação dos produtos fabricados e dos serviços prestados, indicação da energia utilizada explicitando o respectivo consumo e o tipo de fonte, uma indicação dos tipos de energia produzida no estabelecimento com a respectiva produção efectuada ao longo do tempo, uma çista das máquinas e equipamentos a instalados com descrição e potencia das mesmas, indicação do número de trabalhadores directos e indirectos, descrição das instalações do pessoal ( vestiários, sanitários, lavabos e balneários conforme requisitos da delegação de saúde), local e estratégia de primeiros socorros, uma indicação das  fontes de emissão de ruído e vibrações e das certificações e sistemas de segurança, das várias máquinas e equipamentos a instalar, uma descrição das origem da água utilizada  com respectivos caudais assim como os sistemas de tratamento que lhe estão associados associados e as características dos efluentes, uma descrição clara dos resíduos sólidos produzidos, indicação dos gases libertados para a atmosfera ou outros resíduos;

- Projecto de Instalação Eléctrica incluindo os valores da potência eléctrica contratada ou da potência térmica ou projecto de instalação eléctrica
- Comprovativo do pagamento da taxa devida pelo acto do registo ( sem este documento nada será sequer apreciado)

- Termo de Responsabilidade no qual o requerente declara ter conhecimento e cumprir as exigências legais aplicáveis à sua actividade em matéria de segurança e saúde no trabalho e ambiente (artigo 40).

- Título de utilização do imóvel dado pela conservatória do registo predial ou pela Câmara Municipal para fim industrial ou certidão de deferimento tácito, ou titulo de utilização do imóvel que admita o uso industrial

Pode também ser exigível ao requerente:

- Título de utilização dos recursos hídricos existentes
- Título de emissão de gases com efeito de estufa
- Parecer relativo a emissão de compostos orgânicos voláteis para o ambiente
- Licença ou parecer relativos a operações de gestão de resíduos
- Pedido de vistoria do médico veterinário municipal
Só é possível efectuar o registo do estabelecimento industrial, após a obtenção de autorização de utilização do edifício


Vistorias

Conforme a legislação em vigor os estabelecimentos do tipo 3 deixam de ficar sujeitos a vistoria prévia, salvo no caso de estabelecimentos que utilizem matéria-prima de origem animal não transformada ou não tratada, cujo início de exploração depende de vistoria por imposição de acto legislativo comunitário conforme directiva comunitária.


Apenas são previstas vistorias de fiscalização pela entidade coordenadora, para verificação do cumprimento das condicionantes legais ou condições anteriormente fixadas ou previstas, para instruir a apreciação de alterações à instalação industrial ou para análise de reclamações apresentadas, pelo que a entidade coordenadora apenas pode realizar no máximo três vistorias de controlo para a verificação do referido anteriormente. A disciplina aplicável as vistorias está descrita nos artigos 27º e 28º do DL n.º 209/2008 de 29/10.


Pareceres ou pronúncias de entidades públicas 

Para além da entidade coordenadora podem pronunciar-se outras entidades, aliás o normal é mesmo que se proninciem em função da dimensão e caracteristicas da fábrica ou unidade industrial, nos termos das suas atribuições e competências legalmente previstas (artigo 12º do DL n.º 209/2008 de 29/10)


5- Regime das alterações no caso de Estabelecimentos industriais do tipo 3

Está previsto  um processo de alteração de licenciamento industrial no caso de fábricas do tipo 3 sendo necessária a apresentação de :
- Declaração Prévia quando implique a sua classificação como tipo indústria do 2 (artigo 45º)
- Notificação à entidade coordenadora, Câmara Municipal, das modificações ou ampliações que pretende efectuar com a antecedência mínima de 15 dias sobre a data prevista para a respectiva execução. Decisão da Câmara Municipal no prazo de 5 dias, findos quais poderá o industrial proceder à execução das alterações.


Actualização, suspensão ou caducidade da Licença Industrial ou Titulo de Exploração Industrial

É importante referir que a licença ou título de exploração do estabelecimento são sempre actualizadas na sequência da realização de vistorias, bem como na sequência do novo exame das condições de exploração. Isto significa que não é uma condição irrevogável. Ao mesmo tempo a suspensão ou cessação de actividade deve ser comunicada pelo requerente à entidade coordenadora.


Pedido de regularização ou legalização


O industrial de actividade produtiva local ou similar, à data de entrada em vigor do Decreto lei, sem título de exploração válido ou actualizado deve apresentar pedido de regularização do estabelecimento, no prazo de 12 meses. O procedimento é feito à entidade coordenadora, Câmara Municipal, nos termos do procedimento do registo anteriormente descrito. A Câmara Municipaldeverá pronunciar-se no prazo de 10 dias.


Obras ou alteração do uso para instalar a actividade industrial


Para efectuar obras de construção, alteração ou ampliação do edifício onde se pretende exercer a actividade industrial, ou proceder à alteração do uso de um edifício existente, as licenças, alvarás ou autorizações necessárias estão sujeitas ao Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação (RJUE) conforme aprovado pelo DL n.º 555/99, de 16/12, com a redacção que lhe foi conferida pela Lei n.º 60/2007, de 04/09. No âmbito de um processo de licenciamento, informação prévia ou alteração de uso, a Câmara Municipal pode proceder à consulta a diferentes entidades,que emitem pareceres externos com respeito ao uso, localização e dimensão da unidade industrial.  Estes pedidos visam a emissão de pareceres vinculativos sobre o processo de licenciamento industrial.

Informação adicional
Se necessitar de um projecto de licenciamento industrial consulte os engenheiros e arquitectos da Utopia através do site http://www.utopia-projectos.com e saiba mais informações sobre o processo de concepção, desenvolvimento, licenciamento de unidades industriais e execução e construção das mesmas. Temos enorme experiencia e vasto currículo que podemos fornecer. Pode também consultar o regime jurídico da Actividade Industrial, Actividade Produtiva Local e Actividade Produtiva Similar – CAE, maioritariamente descrito no Decreto-lei n.º 209/2008 de 29 de Outubro).



26/11/13

Projecto de Habitação de Luxo

O blog tem andado um pouco abandonado e acaba por reflectir a intensidade vertiginosa de trabalho nos últimos tempos. Grandes mudanças ocorreram na Utopia com novos projectos de clientes internacionais.
Os arquitectos da Utopia desenvolveram recentemente o estudo prévio para um condomínio de Luxo em Constantine.
Aqui ficam as imagens do trabalho.
O projecto são casas de luxo com enormes terraços que revolucionam a tipologia dos espaços exteriores da habitação.
A arquitectura de vanguarda serve o propósito da cultura, do programa, da ecologia e do clima.
Espero que se divirtam tanto como nós a desenhá-lo.


Planta do condomínio de luxo

vista dos terraços voltados para sul

Vista das fachadas para norte

Perspectiva de conjunto do condomínio 

Interior do pátio com jardim

Fachada contemporânea dos pátios em altura

Fachada mais fechada para a rua.

Pormenor do gaveto.

Relação com os edifícios existentes.

Perspectiva desde o pátio tipo.

Vista do Projecto de paisagismo existente no jardim.

Equipamentos do condomínio e relação com o edifício principal
Perspectiva desde o terraço para o interior do quarteirão.

Perspectiva da rua inclinada.

31/03/13

Projecto da casa e o desenho

O processo criativo e o desenho do projecto da casa
Numa altura em que as tecnologias ocupam um papel cada vez mais importante nas nossas vidas urge reflectir um pouco mais sobre os processos de criação ou criativos e as formas de os levar a cabo do melhor modo. Neste aspecto. o desenho na altura de desenvolver o projecto da casa é fulcral. Só o desenho à mão livre tem a liberdade e o distanciamento do pensamento e só ele comunica uma ideia na sua essência.

A perspectiva 3d
Uma perspectiva 3d com a sua definição realista pode ser deslumbrante e é útil de facto mas é incapaz de concentra o âmago de uma ideia uma vez que nos distrái do essencial. Nós recorremos imenso a este tipo de recurso no processo de comunicação com o cliente mas não no processo criativo.

O desenho à mão livre e o projecto de arquitectura
O arquitecto consegue efectivamente transformar no imediato todo um projecto com um simples desenho de mão livre coisa impossível de efectuar num computador. Por este amor que temos ao desenho de arquitecto aqui ficam alguns exemplos dos desenhos que foram de enorme utilidade no momento de desenvolver um projecto de arquitectura para Coimbra dos arquitectos da Utopia.

Desenho de arquitecto da Utopia

Desenhos dos arquitectos da Utopia


Desenhos dos projectos de arquitectura

Desenho do projecto de arquitectura